Programação artística

A programação artística do com.posições.políticas 2011 inclui 3 estréias co-produzidas pelo Panorama além de performances, pharm drug dança, música e cabaré no Armazém da Utopia do 12 ao 20 de novembro.

 

11 e 12 Nov, sexta feira e sábado, Armazém da Utopia.

 

11 NOV, 23h  e 12 NOV, 23h  .  Armazém da Utopia – Espaço 2

Psycho-magic actions for a world gone wrong

Marcela Levi (Brasil, RJ)  / Guillermo Gómez-Peña (México – EUA)  /Michele Ceballos (Colômbia)

Classificação etária 18 anos

Resultado de residência que reuniu a brasileira Marcela Levi, o mexicano Guillermo Gómez-Peña e a colombiana Michele Ceballos Psycho-Magic Actions for A World Gone Wrong é uma apresentação ritual de arte viva que utiliza a estética “robot-barroca-cyborg- kitsch” e o humor ácido.

Usando o processo de ações psico-mágicas nos fazemos as seguintes perguntas: o que é verdadeiramente eXtremo quando tudo é eXtremo? todo es eXtremo? O que significa uma verdadeira interatividade quando tudo é interativo? Como podemos nos manter abertos, originais, porosos, divertidos, críticos, sem cair na fartura post-ironica ou devenirmos um produto pré-fabricado mais para os festivais internacionais”

Guillermo Gómez-Peña é performer, videasta, escritor, teorizador da cultura, cyber-punk, chicano, sampleador etno-tecno-canibal, e ativista full time. Michele Ceballos é diretora artística, educadora, coreógrafa e dançarina, e faz parte do coletivo Pocha Nostra desde 2006. Nos últimos anos, Guillermo Gómez-Peña, Michele Ceballos e o resto do coletivo transnacional La Pocha Nostra examinaram o corpo humano como lugar de espiritualidades radical, memória, penitência, ativismo, fúria estilizada e reinvenção corporal.

Marcela Levi é performer e coreógrafa carioca. Desde 2002 vem elaborando uma linguagem que tumultua a hierarquia entre corpo e objeto, incidindo sobre diversas dicotomias (dentro-fora, corpo-mente, ativo-passivo, afirmação-negação), que muitas vezes balizam nossa percepção.

http://www.pochanostra.com

www.marcelalevi.com

 

Também no com.posições.políticas

Das 14h ás  24h  Espaço Corpo-Cópia: seleção de filmes, documentários, registro de performances e vídeos à la carte relacionados ao corpo político, as interações entre arte e ativismo, as novas identidades sexuais, movimento queer. Toda a  info aqui.

 

14 Nov, segunda feira, Armazém da Utopia

 


14 NOV . 20h. Armazém da Utopia – Espaço 2Ativismo de gravata – talk show

The Yes Men (EUA). Aprox. 60 min

The Yes Men: substantivo masculino que indica alguém que concorda com tudo o que o seu chefe diz, mesmo que seja demente, cruel, absurdo ou apenas estúpido. Foi desse jeito que Andy Bichlbaum e Mike Bonanno deram nome ao coletivo criado há mais de 10 anos. Seu modus operandis: depois de indicarem um alvo, geralmente grandes corporações ou políticos, roubam suas identidades e recriam a sua imagem como forma de denúncia. Pela primeira vez no Brasil, a dupla surge numa conversa-performance surpreendente.

The Yes Men são Andy Bichlbaum e Mike Bonnano, artistas e ativistas que, através de performances absurdas e cheias de humor irreverente, praticam a chamada “correção de identidade, desmascarando a irresponsabilidade das corporações multinacionais e sua trama de interesses políticos e econômicos”. The Yes Men lançou os filmes The Yes Men (2003) e The Yes Men Fix the World (2009).

www.theyesmen.org

 

14 e 15 NOV.  21h  Armazém da Utopia

Encontro para cinco pessoas

Josie Cáceres (Equador).  90min.  Classificação etária 13 anos

A plateia reúne apenas cinco pessoas em cada apresentação.

Segundo a tradição filosófica materialista, os átomos caem paralelos no vazio, rapidamente, em diagonal. Se um deles se desvia de seu rumo “provoca um encontro com o átomo vizinho e, de encontro em encontro, uma série de choques e o nascimento de um mundo” (Epicuro y Lucrecio, em Nicolas Bourriaud). O trabalho é resultado de residência artística realizada dentro do Panorama.

Josie Cáceres é uma das coreógrafas fundadoras do Encontro No más luna en el agua. Foi professora na Universidad Católica del Ecuador, em Incine. Desde 2007 trabalha de forma independente em suas criações. Codirigiu o Primeiro Festival de Videodança realizado no Equador, em novembro de 2009. Naquele mês foi convidada a participar da residencia artística Solo con natura, em Puerto del Morro Guayas.

Criação e interpretação: Josie Cáceres. Este projeto recebeu apoio do programa Iberescena 2010.

 

14 e 15 NOV.  21h.  Armazém da Utopia – Espaço 2

El olor de mis hijos

Federica Folco (Uruguai).  Aprox. 60min.  Classificação etária Livre

“Como dar valor a sua mão sobre a minha perna? Ao cheiro dos meus filhos, ao cruzamento de olhares, a movimentos pequenos e sutis? Merda. Como fazer para dizer algo simples se o simples não está na moda, os pequenos acontecimentos não são polêmicos nem midiáticos. Quero pensar na impossibilidade de te ver(…)” Que bom encontrar nas palabras de outro, Brian Holmes em seu Manifesto Afectivista, apoio constante. Pensava que apenas meus pais podiam ter manifestos. O trabalho é resultado de residência artística realizada dentro do Panorama.

Federica Folco cria obras artísticas e realiza projetos em colaboração com artistas nacionais e internacionais desde 2000. Coordena oficinas de criação, espaços de reflexão e experimentação de estratégias e processos de criação em colaboração em inúmeras ciudades no Uruguai e fora. Durante 10 anos foi professora do Instituto del Niño y Adolescente Uruguayo, trabalhando com adolescentes em detenção. É membro da Red Sudamericana de Danza e da Asociación de Danza del Uruguay.

Criação e interpretação: Federica Folco. Este projeto recebeu apoio do programa Iberescena 2010.

 

Também no com.posições.políticas

Das 15h ás 18:30.  Encontro: Corpos disruptivos: corte! câmera! ação! . Toda a  info aqui.

A partir das 23h: Panoramico Sélavy, festa de abertura do Encontro. Com karaoké, Espaço de Desorientação, Instalação de Julio Lucio e Txabi DJ.

Das 14h ás  24h  Espaço Corpo-Cópia: seleção de filmes, documentários, registro de performances e vídeos à la carte relacionados ao corpo político, as interações entre arte e ativismo, as novas identidades sexuais, movimento queer. Toda a  info aqui.

 

15 Nov, terça feira, Armazém da Utopia


15 e 16 NOV.  22h.  Armazém da Utopia.

Travesqueens

Ricardo Marinelli (Brasil, PR), Erivelto Viana (Brasil, MA) e Elielson Pacheco (Brasil, PI).  50min.  Classificação etária 16 anos

Cintia Sapequara é ludovicense, adora doce de espécie e guaraná Jesus, usa sutiã extra GG, tem um quadro em um programa semanal na TV da cidade em que mora e é garota-propaganda. Sayara é teresinense, gosta de homens trabalhadores, come quibe na pastelaria do chinês, aprendeu dança do ventre pela internet e gosta das coisas simples. Princesa Ricardo é curitibana, loura, ninfomaníaca, detesta parecer engraçada, só usa roupa preta e já sonhou ser cantora. Elas se encontraram anos atrás e decidiram que um dia fariam juntas um espetáculo de dança contemporânea. Travesqueens é o resultado de quatro residências artísticas produzidas em 2011, sendo uma delas realizada dentro do Panorama.


Elielson Pacheco é artista independente e integra o Núcleo do Dirceu, um coletivo de 18 artistas coordenado por Marcelo Evelin, em Teresina. Erivelto Viana integra o BemDito Coletivo e é diretor do festival Conexão – Dança Contemporânea, em São Luís. Ricardo Marinelli é artista e produtor independente nos campos da dança contemporânea e das artes visuais eIntegra o coletivo Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial, em Curitiba.


www.travesqueens.blogspot.com

 

Também no com.posições.políticas

Das 15h ás 18:30.  Encontro: O Corpo Territorio do Político. Toda a  info aqui.

21hEncontro para cinco pessoas. Josie Cáceres. Equador. Armazém da Utopia. Ver toda a info em programação dia 14.   21hEl Olor de mis hijos. Federica Folco. Uruguai. Armazém da Utopia. Espaço 2. Ver  a info em programação dia 14.

A partir das 23h: Cabaré

Das 14h ás  24h  Espaço Corpo-Cópia: seleção de filmes, documentários, registro de performances e vídeos à la carte relacionados ao corpo político, as interações entre arte e ativismo, as novas identidades sexuais, movimento queer. oda a  info aqui.

 

16 Nov, quarta feira, Armazém da Utopia

 

16 NOV. 18h

Armazém da Utopia – Espaço 2

Pues sí, no soy un bailarín (autorretrato en cueros de caballero solo a punto e cumplir 50 años)

Javier Contreras (México). Aprox. 20min. Classificação etária 18 anos

Pues sí… é o nome de um conjunto de obras enunciadas a partir da primeira pessoa corporal nua de um homem com cerca de 50 anos que se pergunta sobre as razões de sua solidão. Uma desconstrução crítica dos paradigmas patriarcais do desejo e uma formulação do sujeito masculino.

Javier Contreras é coreógrafo, professor e, por vezes, videasta. Seu trabalho é centrado na revolta contra as limitadas construções de gênero e na reivindicação da afetividade como território primogênito do compromisso ético-político. É diretor do grupo de dança Proyecto Bará, secretário acadêmico da ENDCC e membro da Rede Sul-Americana de Dança.

Coreografia e interpretação: Javier Contreras Textos: Kafka, Neruda, Contreras Assistência de direção: Lourdes Fernández Desenho de luz: Jana Lar.

 

Também no com.posições.políticas

Das 15h ás 18:30.  Encontro: Um Corpo que Causa  –  Arqueologias e políticas da causação. Toda a  info aqui.

20h. Palestra. Marcelo Expósito (Espanha). Es el fin del mundo, tal y como lo conocíamos. Hacia un 15M global. Instituto Cervantes.
Cervantes.

22hTravesqueen. Ricardo Marinelli (Brasil, PR), Erivelto Viana (Brasil, MA) e Elielson Pacheco (Brasil, PI) . Armazém da Utopia. Ver toda a info em programação dia 15.

A partir das 23h: Cabaré

Das 14h ás  24h  Espaço Corpo-Cópia: seleção de filmes, documentários, registro de performances e vídeos à la carte relacionados ao corpo político, as interações entre arte e ativismo, as novas identidades sexuais, movimento queer. Toda a  info aqui.

 

17 Nov, quinta feira,  Teatro Carlos Gómes e Armazém da Utopia

 

17 NOV. 20h. Teatro Municipal Carlos Gomes

O samba do crioulo doido. Luiz de Abreu (Brasil, SP). 25min

Intervalo. Frederico Paredes (Brasil, RJ). 20min.

Classificação etária 18 anos

O samba do crioulo doido trata da resistência do negro na história brasileira e da importância do corpo na construção de sua identidade. O espetáculo discute a inter-relação entre o corpo-objeto, construído pela diáspora, e o corpo-sujeito, que transgride, afirma e resiste, estabelecendo uma corporeidade que devolve ao corpo-objeto o sujeito que lhe foi extirpado, junto com seus sentimentos, seus valores, suas crenças, a palavra e suas singularidades estéticas. Divide a noite com Intervalo, de Frederico Paredes. É a chance de o público carioca rever este trabalho marcante.

Luiz de Abreu desenvolve trabalhos a partir de temas relacionados ao corpo negro e a questões de gênero. Luiz de Abreu nasceu em Araguari (MG), em cujos terreiros de umbanda teve seu primeiro contato com a dança. A rica cultura mineira transparece em seus espetáculos.

Criação, direção, interpretação, cenário e figurino: Luiz de Abreu Trilha sonora: Luiz de Abreu e Teo Ponciano Percussão ao vivo: Teo Ponciano Iluminação: Luiz de Abreu e Alessandra Dominguez Operação de luz: Décio Filho Produção: Samba do Crioulo Doido Produções Artísticas e Samba do Crioulo Doido Companhia de Dança Apoio: Rumos Itaú Cultural Dança.

 

Intervalo

Intervalo é um estudo sobre os princípios de dominação e colonização. O palco, as matas brasileiras ou a antiga Avenida Central do Rio. Territórios cobiçados simultaneamente por forças distintas, que ali se implantaram ou se implantam como corpos estranhos para capturar seus tempos e seus espaços. Intervalo estreou em 2003 e foi indicado pelo jornal O Globo como um dos dez melhores espetáculos daquele ano.

Performer carioca, Frederico Paredes projetou no campo coreográfico sua pesquisa artística, centrada atualmente na relação corpo-poder-cultura. se formou como bailarino em 1995 pela Escola Angel Vianna (com posterior obtenção de licenciatura plena em dança pela Faculdade Angel Vianna).

 Coreografia, texto e performance: Frederico Paredes Iluminação: José Geraldo Furtado Trilha sonora: Canto das aves do Brasil, de Johan Dalgas Frisch.

 

Também no com.posições.políticas

Das 15h ás 18:30.  Encontro: Um Corpo que Causa  –  A Força e a Graça. Toda a  info aqui.

A partir das 23h: Cabaré

Das 14h ás  24h  Espaço Corpo-Cópia: seleção de filmes, documentários, registro de performances e vídeos à la carte relacionados ao corpo político, as interações entre arte e ativismo, as novas identidades sexuais, movimento queer. Toda a  info aqui.

 

18 Nov, sexta feira, Armazém da Utopia 

 

Imagem da obra De Etiqueta.

18 NOV. 18h. Armazém da Utopia – Espaço 2

De pelos.

Rocío Boliver / Congelada de Uva (México). Aprox. 30min. Classificação etária 18 anos

Um ritual apresentado como metáfora para a circuncisão da vulva: “a transmutação da vulva-besta num híbrido orgânico-mecânico, em direção à consciência do valor salvacional através de uma conversão batista”. “Fazer performance é o único jeito que encontro para recuperar a minha vida, which has me by the balls. É o meu jeito de perder a minha fragilidade e acreditar que consigo ultrapassar a morte”. Ganhar coragem, transgredir e não ter medo de nada, destruindo barreiras que me constrangem. É essa a grande possibilidade que a bolha da Action Art me oferece. Sem sanidade, sem ortodoxia, sem regras, sem questionamento, sem diretrizes.” (Rocío Boliver)

Rocío Boliver / Congelada de Uva é um híbrido de modelo, diretora, cineasta, jornalista de TV, rádio e imprensa, atriz, bailarina, filósofa, performer e escritora, mas, principalmente, erotômana.  Em todos os campos em que intervém, sua obra remete a sexo. De estética grotesca, sem eufemismos de nenhum tipo, conta o que vive e não se preocupa com opiniões alheias.

Coreografia e interpretação: Rocío Boliver.

 

 

19 NOV,  21h e 20 Nov, 21h, Armazém da Utopia – Espaço 1

The Inkomati (dis)cord

Panaíbra Gabriel (Moçambique) e Boyzie Cekwana (África do Sul),  75min,  Classificação etária 12 anos

The Inkomati (dis)cord surgiu de uma colaboração iniciada em 2003 entre o Floating Outfit Project (Durban, África do Sul) e a CulturArte (Maputo, Moçambique). O projeto, concebido e produzido pelo sul-africano Boyzie Cekwana e pelo moçambicano Panaíbra Gabriel, começou como uma resposta dos dois criadores africanos, vizinhos geograficamente, à necessidade de fazer um mergulho em suas referências e contar suas histórias. Mas sempre partindo da perspectiva de ambos, em contraposição aos paradigmas que revelam um continente em perpétua carência. “Inkomati” refere-se ao histórico, porém fracassado, acordo entre o Governo do Apartheid na África do Sul e o Pacto de Não Agressão de Samora Machel, na década de 1980. Ao trabalhar sobre as consequências da guerra civil em Moçambique e da política do apartheid, o projeto foca nos jovens com debilidades físicas provocadas não só pela guerra, mas também pela pobreza e pela poliomielite.

Panaíbra Gabriel nasceu em Maputo, capital de Moçambique, onde vive. Começou a dançar em 1993, como bailarino de danças tradicionais africanas. Realizou parte de seu treino em dança contemporânea durante workshops em Lisboa (organizados pelo projeto Danças nas Cidades), onde trabalhou com artistas de renome, entre os quais Vera Mantero, Frans Poelstra e Meg Stuart. Em 1998 fundou a CulturArte, organização que promove projetos artísticos, workshops e treinamento para coreógrafos africanos. Em 2010, Panaíbra apresentou no Panorama Time and Spaces: The Marrabenta Solo.

O coreógrafo Boyzie Cekwana cresceu em Soweto e começou a carreira na África do Sul. Seu trabalho foi apresentado em todo o mundo, inclui­ndo o Théâtre de la Ville, em Paris, o Festival ImpulsTanz, em Viena, e o Kunstenfestivaldearts, em Bruxelas. Seus temas recorrentes são a crise de identidade do perí­odo pós-apartheid e a herança cultural do seu paí­s e da África. Em 2009, apresentou o solo Influx Controls: I Wanna Be Wanna Be no Panorama.

Direção Artística e Coreografia: Boyzie Cekwana (África do Sul) e Panaibra Gabriel Canda (Moçambique) Bailarinos/ Performers: Ameilia Socovinho, Boyzie Cekwana, Maria Tembe and Panaibra Gabriel Canda Cenografia: chocate Discursos: Samora Machel, Parceiros: National Art Council – Joanesburgo, Dance Umbrella – Joanesburgo, Pro Helvetia – Cidade do Cabo, CulturArte,  the floating outfit Project, Panorama Festival

 

Também no com.posições.políticas

Das 14 ás 18:30.  Oficina pós-pornografia com Maria Llopis. Toda a  info aqui.

Das 14h ás  24h  Espaço Corpo-Cópia: seleção de filmes, documentários, registro de performances e vídeos à la carte relacionados ao corpo político, as interações entre arte e ativismo, as novas identidades sexuais, movimento queer. Toda a  info aqui.

 

19 Nov, sábado.

 

19 NOV, Sem horário nem local pré-definidos

Experimentos erráticos

Federico Zuckerfeld (Argentina), Loreto Garín (Chile) / Colectivo Etcétera + convidados erroristas.

Sem definir horário nem local, os artistas do Colectivo Etcétera e outros convidados erroristas apresentarão seu Experimento Errático dentro do Panorama. O movimento Internacional Errorista foi criado em 2005 pelo Colectivo Etcétera e outros artistas e intelectuais de diferentes partes do mundo. O errorismo toma como ponto de partida o teatro, a performance, o vídeo e outras disciplinas, considerando o “erro, errar e fracassar” uma forma de inspiração para criar e desenvolver propostas próprias, sem temer produzir falhas ou cometer erros.

Loreto Garín Guzmán (Chile) e Federico Zukerfeld (Argentina) são membros fundadores, junto com outros artistas, do grupo Etcétera… surgido no final de 1997. Desde o ano de 2002, Etcétera… participa com suas ações em diversos contextos e exposições internacionais, atuações, apresentações e conferências no chamado território da “arte-política”. Desde 2005 integram o Movimento Internacional Errorista. Entre outros, em 2008 participaram da Bienal de Taipei em Taiwán, em 2009 realizam o projeto Kabaret Errorista na XI Bienal de Istambul na Turquia. Atualmente estão envolvidos com a organização do “Primeiro Congresso Internacional de erro e Errorismo” que será celebrado em Buenos Aires em 2012.

http://bicentenarerrorista.wordpress.com http://infernoerrorifico.wordpress.com

 

Também no com.posições.políticas

Das 14h ás 17h.  Apresentação informal de resultados coLABoratorio Errorista. Teatro Cacilda Becker

Das 14h ás  24h  Espaço Corpo-Cópia: seleção de filmes, documentários, registro de performances e vídeos à la carte relacionados ao corpo político, as interações entre arte e ativismo, as novas identidades sexuais, movimento queer. Toda a  info aqui.

 

Endereços:

Armazém da Utopia – Cais do Porto – Armazém 6 – Av. Rodrigues Alves s/nº, Centro.

Teatro Municipal Carlos Gomes – Praça Tiradentes 19.

Teatro Cacilda Becker – Rua do Catete, 338 – Largo do Machado.

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