Residências

 

Em construção
 

Psycho-Magic Actions For a World Gone Wrong

Um projeto de:  Guillermo Gómez-Peña, information pills Marcela Levi e Michele Ceballos. México/Brasil/Colômbia. Datas residência. 3 – 11 novembro.  Ensaio aberto: 11 Nov. Teatro Gláucio Gil.  Apresentação: 12 e 13 Nov. Armazém Utopia.

Usando o processo de ações psico-mágicas nos fazemos as seguintes perguntas: o que é verdadeiramente eXtremo quando tudo é eXtremo? O que significa uma verdadeira interatividade quando tudo é interativo? Como podemos nos manter abertos, visit web originais, advice porosos, divertidos, críticos, sem cair na fartura post-ironica ou devenirmos um produto pré-fabricado mais para os festivais internacionais.”

Guillermo Gómez-Peña é performer, videasta, escritor, teorizador da cultura, cyber-punk, chicano, sampleador etno-tecno-canibal, e ativista full time. Junto com o resto do coletivo transnacional La Pocha Nostra examinam o corpo humano como lugar de espiritualidades radical, memória, penitência, ativismo, fúria estilizada e reinvenção corporal.

Marcela Levi é performer e coreógrafa carioca. Desde 2002 vem elaborando uma linguagem que tumultua a hierarquia entre corpo e objeto, incidindo sobre diversas dicotomias (dentro-fora, corpo-mente, ativo-passivo, afirmação-negação), que muitas vezes balizam nossa percepção.

Michele Ceballos é diretora artística, educadora, coreógrafa e dançarina. Sua carreira em dança inclui passagens por várias companhias de balé internacionais. Faz parte do coletivo Pocha Nostra desde 2006.


Pequenos Acontecimentos

Um projeto de:  Federica Folco (Uruguai) e Josie Cáceres (Equador): Datas residência. 25 outubro – 13 novembro. Apresentação: 14 e 15  Nov, Armazém Utopia.

Começamos este processo a partir da necessidade de amplificar o lugar que damos aos pequenos acontecimentos. Trabalhamos na tentativa de converter as relações que se estabelecem na cena, no assunto da obra. Observar quais são os elementos que atravessam e constroem estas relações. Como dar valor a sua mão sobre a minha perna? Ao cheiro dos meus filhos, ao cruzamento de olhares, aos movimentos pequenos e sutis?. Como fazer para dizer algo simples  Quero pensar na minha incapacidade para te ver. Me mecho para conseguir a tua aprovação, me mostraram que a recompensa esta no futuro, (aplausos), melhor (aplausos em pé). Somos tecido de afetos.

Um apoio neste processo é o texto de Brian Holmes “Manifesto Afetivista”.

Federica Folco cria obras artísticas e realiza projetos em colaboração com artistas nacionais e internacionais desde 2000. Coordena oficinas de criação, espaços de reflexão e experimentação de estratégias e processos de criação em colaboração em inúmeras ciudades no Uruguai e fora.

Josie Cáceres é uma das coreógrafas fundadoras do Encontro No más luna en el agua de Equador. Foi professora na Universidad Católica del Ecuador. Desde 2007 trabalha de forma independente em suas criações. Codirigiu o Primeiro Festival de Videodança realizado no Equador, em novembro de 2009.

Apoio: Programa Iberescena 2010

 

Travesqueen

Um projeto de: Elielson Pacheco, Erivelto Viana e Ricardo Marinelli. Teresina/São Luis/Curitiba.  Datas residência. 7 – 16 outubro. Apresentação: 15 e 16  novembro, Armazém Utopia.

Travesqueen é um corpo que clama pela androginia. É uma atitude que sublinha a performatividade de gênero e provoca os limites entre masculino e feminino.  Travesqueen é um corpo-manifesto, que explicita a violência de morte que hoje está debaixo do tapete. Que vive e morre na calçada. Que opta pela margem transgressora e ri disso.  Travesqueen é a manifestação da ambigüidade que existe em todos nós.

A construção da obra tem como ponto de partida dramatúrgico as identidades paralelas que já vem sendo desenvolvidas por cada um dos artistas que compõe a equipe principal. Elielson Pacheco vem estudando a personalidade “simples” de SAYARA, Erivelto Viana já tem mais de 10 anos de convivência com CINTIA SAPEQUARA, persona celebridade em São Luís e Ricardo Marinelli tira do armário a vida intensa, polêmica e violenta de PRINCESA RICARDO. Cíntia, Sayara e Princesa se encontraram anos atrás e decidiram que um dia fariam juntas um espetáculo de dança contemporânea.

O projeto já circulou por três capitais brasileiras com residência artísticas, oficinas, mesa de debates e duas mostras públicas. Maiores informações sobre o projeto em www.travesqueens.blogspot.com

Os artistas Elielson Pacheco (Piauí), Erivelto Viana (Maranhão) e Ricardo Marinelli (Paraná já circularam por três capitais brasileiras com residência artísticas, oficinas, mesa de debates e duas mostras públicas.  www.travesqueens.blogspot.com

Parcerias: Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial, Núcleo do Dirceu e BemDito Coletivo. Apoio: Este projeto foi contemplado com o prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2010.

 

The Inkomati (dis)cord

Um projeto de: Panaíbra Gabriel (Moçambique) e Boyzie Cekwana (África do Sul).  Residência:  21 outubro – 18 novembro.  //  Apresentação: 19 e 20 Nov, Armazém Utopia.

The Inkomati (dis)cord surgiu de uma colaboração iniciada em 2003 entre o Floating Outfit Project (Durban, África do Sul) e a CulturArte (Maputo, Moçambique). “Inkomati” refere-se ao histórico, porém fracassado, acordo entre o Governo do Apartheid na África do Sul e o Pacto de Não Agressão de Samora Machel (presidente de Moçambique), na década de 1980. Ao trabalhar sobre as conseqüências  da guerra civil em Moçambique e da política do apartheid, o projeto foca nos jovens com debilidades físicas provocadas não só pela guerra, mas também pela pobreza e pela poliomielite.

Panaíbra Gabriel nasceu em Maputo, capital de Moçambique, onde vive. Começou a dançar em 1993, como bailarino de danças tradicionais africanas. Trabalhou com artistas de renome, entre os quais Vera Mantero, Frans Poelstra e Meg Stuart. Em 1998 fundou a CulturArte, organização que promove projetos artísticos, workshops e treinamento para coreógrafos africanos.

O coreógrafo Boyzie Cekwana cresceu em Soweto e começou a carreira na África do Sul. Seu trabalho foi apresentado em todo o mundo, inclui­ndo o Théâtre de la Ville, em Paris, o Festival ImpulsTanz, em Viena, e o Kunstenfestivaldearts, em Bruxelas. Seus temas recorrentes são a crise de identidade do perí­odo pós-apartheid e a herança cultural do seu paí­s e da África.

Apoio: National Art Council – Joanesburgo, Dance Umbrella – Joanesburgo, Pro Helvetia – Cidade do Cabo, CulturArte,  the floating outfit Project, Panorama Festival.

 

Trans-gênero e dança

Um projeto fotográfico de: Diana Blok (Uruguai- Holanda).  Datas residência. 18 outubro – 20 novembro.  Apresentação: 19 e 20 Nov , Armazém Utopia.

Da serie SEE THROUGH US portraits and stories of gay women/men and transsexuals in Turkey

O escritório do Festival Panorama está na Lapa, bairro que acolhe grande parte da população de transexuais do Rio. “O meu objetivo é integrá-los no festival retratando-os em imagens, assim como seu entorno e as suas historias.” As imagens serão exibidas em uma grande tela no último fim de semana do festival dentro da programação do Corpo-Cópia.

Ao longo da sua carreira como fotógrafa Diana Blok trabalhou com dançarinos, performers e coreógrafos em projetos de colaboração envolvendo assuntos de gênero, identidade e historias pessoais. www.dianablok.com

Apoio: Central de Cultura (Holanda)
 

 

Translacion de la Luxure. Um projeto de film.

Um projeto de: Cecília Bengolea (Argentina) e colaboradores.  Residência: mês de maio de 2011.  Apresentação: 4  – 20 Nov, Armazém Utopia / Espaço Corpo Cópia

Ferocidade, luxúria, um egoísmo monstruoso… Há circunstâncias, detalhes contraditórios, poderia atenuá-los… Com que intenção? Entusiasmos fáceis, incessantes, fiés-antirromânticos. Admitir que é próprio do homem deixar que o instinto sexual, a vaidade, a idolatria de si mesmo, governe sua vida”.

Os dois trabalhos são resultado da residência realizada por Cecília Bengolea e colaboradores durante o mês de maio, no Rio de Janeiro e serão mostrados durante o festival dentro da programação do Corpo-Cópia.

“Grito de Pilaga” : Curta-metragem (11 minutos). Mayo de 2011, Rio de Janeiro, Parque Lage. Co-realização: Cecilia Bengolea e Juliette Bineau. Atores: Thiago Granato, Cecília Bengolea. Fotografia: Juliette Bineau Montagem: Xavier Stentz Produção: Vlovajob-Pru Co-produção: Festival Panorama, Ménagerie de Verre, Culture France. Apoio: Impulstanz, Viena.

La beauté, tôt, voue a se defaire: Curta-metragem, mayo 2011, Rio de Janeiro, Praçaa  Tiradentes, Motel Paris. Atores: Julio Lucio, Marcos Quito, Cecilia Bengolea Fotografia: Donatien Veismann Montagem: Xavier Stentz Produção: Vlovajob-Pru Co-produção: Festival Panorama e Ménagerie de Verre, Culture France.  Apoio: Impulstanz, Viena.

 

 

  • Twitter
  • Facebook
  • YouTube